quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Governo lança programa social de reformas para famílias de baixa renda

13:07
O governo anunciou na última semana o Cartão Reforma, criado para atender as famílias de baixa renda. O programa vai oferecer o valor médio de R$ 5 mil às famílias com renda bruta de R$ 1.800 para a compra de materiais de construção para reforma, ampliação ou conclusão de moradias.

A quantia que cada família vai ganhar vai variar entre R$ 2 mil e R$ 9 mil, dependendo da reforma a ser realizada. Caberá às prefeituras selecionar os bairros ou comunidades que serão beneficiados. As autoridades locais farão visitas para identificar as necessidades de cada morador — que receberá o cartão emitido pela Caixa Econômica Federal já no valor estipulado para o serviço. A compra do material de construção poderá ser feita nas lojas credenciadas ao banco.


O início do programa está previsto para 2017 com orçamento inicial de R$ 500 milhões. Os recursos serão repassados pelo Ministério das Cidades, via Caixa Econômica Federal. No Brasil, existem 7,8 milhões de moradias que precisam ser reformadas. Destas, 3,6 milhões pertencem às famílias que se encaixam no programa, segundo o ministério.

Durante o lançamento, ocorrido no Palácio do Planalto, o presidente Michel Temer defendeu a geração de empregos e disse que o cartão tem o objetivo de "fazer com que a pessoa tenha cada vez mais condições mais dignas". "Não há outra fórmula de gerar emprego senão incentivar a iniciativa privada. Quando milhares de pessoas vão às lojas de material de construção, elas estão contratando empregados", afirmou.

O ministro das Cidades Bruno Araújo diz que o programa é flexível e que os Estados e municípios podem disponibilizar mais recursos para demandas locais. “Estamos conscientes de que é preciso construir um programa transparente, duradouro e sustentável para que esta parceria ultrapasse governos e colabore com a queda do déficit habitacional qualitativo”, explica.  "O programa vai cuidar de brasileiros que ao longo dos anos conseguiram construir a sua habitação com grande sacrifício, mas são ainda precárias e sem condições de desenvolver com qualidade o futuro das suas famílias", detalhou.



A contrapartida, de acordo com a pasta, é que os beneficiários sejam responsáveis pela mão de obra, orientados por técnicos oferecidos pelos governos. "Recebendo 15% dos recursos do programa, os Estados e municípios vão contratar, através da assistência técnica, arquitetos, engenheiros, urbanistas e demais profissionais para auxiliar as famílias", informou Bruno Araújo.

Os beneficiários do programa não serão obrigados a comprar os materiais em uma loja específica. Eles poderão escolher o estabelecimento de sua preferência.

Além de prever a melhoria de casas das famílias de baixa renda, o Cartão Reforma também tem o objetivo de estimular a indústria nacional, os comércios locais e gerar emprego e renda para a região.

Matéria publicada originalmente no site zapimoveis.comglobo.comuol.com



quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Caixa reduz taxa de juros para financiar a casa própria

09:26

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira (08/11/2016) um corte na taxa de juros cobrada nos financiamentos imobiliários. As novas regras entram em vigor a partir desta quarta-feira (09/11/2016) e valem só para novos contratos. Veja como ficam as taxas:

No Sistema Financeiro de Habitação

O Sistema Financeiro Habitacional (SFH) regula a maioria dos financiamentos imobiliários no Brasil. Para se enquadrar neste sistema, o imóvel deve custar, no máximo, R$ 750 mil em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal. Nos outros Estados, o limite máximo do imóvel é de R$ 650 mil.
  • Para quem não é cliente do banco: caiu de 11,25% para 11% ao ano;
  • Para quem é cliente, mas não tem conta corrente no banco: caiu de 11% para 10,75% ao ano;
  • Para quem tem conta no banco: baixou de 10,5% para 10,25 ao ano;
  • Para servidores públicos: baixou de 10,5% para 10,25 ao ano;
  • Para servidores que recebem salário no banco: baixou de 10% para 9,75% ao ano.
No Sistema de Financiamento Imobiliário

O Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) regula todos os financiamentos que não se enquadram no SFH e é voltado, principalmente, para grandes investidores institucionais.
  • Para quem não é cliente do banco: caiu de 12,5% para 12,25% ao ano;
  • Para quem é cliente, mas não tem conta corrente no banco: baixou de 12% para 11,75% ao ano;
  • Para quem tem conta no banco: baixou de 11,5% para 11,25% ao ano;
  • Para servidores públicos: baixou de 11,5% para 11,25% ao ano;
  • Para servidores que recebem salário no banco: caiu de 11% para 10,75% ao ano.
Para quem recebe salário em uma conta no banco e comprar um móvel novo ou na planta cuja construção seja financiada pela Caixa, as taxas de juros baixaram de 11,25% para 9,75% ao ano pelo SFH, e de 12,5% para 10,75% ao ano pelo SFI.

Diminuição do valor mínimo de financiamento

Além de baixar os juros, a Caixa reduziu também o valor mínimo de financiamento no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), que passou de R$ 100 mil para R$ 80 mil.

A medida busca atender o mercado de imóveis populares novos ou usados que necessitem de menor valor para o financiamento.

Caixa pode influenciar outros bancos



A decisão de baixar os juros pode influenciar outros bancos, já que a Caixa, principal financiador de imóveis do país, serve de referência para o restante do mercado. Segundo o banco, a Caixa já aplicou R$ 66,2 bilhões em financiamento imobiliário neste ano e a expectativa é aplicar mais R$ 26,8 bilhões.

A medida faz parte do primeiro pacote do banco para incentivar o setor imobiliário após o Banco Central baixar a taxa básica de juros (Selic).

Em março, ainda no governo de Dilma Rousseff, a Caixa havia aumentado as taxas de juros para financiar a casa própria.

Matéria publicada originalmente no site Economia.uol


segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Entenda como as árvores ajudam a combater as ilhas de calor nas cidades

13:27

Ilha de calor é um termo usado para se referir ao aumento da temperatura em áreas urbanas. Em geral, isso acontece devido à falta de áreas verdes, ao excesso de construções, asfalto e poluição extrema. A forma mais eficaz de combater este efeito é com o plantio de árvores.

A primeira maneira de uma árvore contribuir para o combate às ilhas de calor é o fato de fornecerem sombras. De acordo com a Agência de Proteção Ambiental dos EUA, uma área sombreada pode ser até sete graus mais fresca do que áreas expostas ao sol. Amenizando o calor, ameniza-se também a quantidade de energia gasta para a refrigeração de ambientes, o que, consequentemente, também diminui a emissão de gases de efeito estufa na atmosfera.


As árvores ainda realizam naturalmente um processo de evapotranspiração, que é a transpiração das plantas. Isso acontece de maneira muito semelhante aos humanos. Durante este processo, as árvores liberam vapor de água na atmosfera, ajudando a refrescar naturalmente o ambiente.

O terceiro ponto, e de extrema importância, é a influência das plantas na manutenção do ar. As árvores têm poder para limpar os poluentes atmosféricos. Elas conseguem absorver óxido e dióxido de nitrogênio, dióxido sulfúrico e outros poluentes que costumam elevar a temperatura local. Enquanto isso, ela aspira oxigênio, gás totalmente necessário para a nossa própria existência. Outro benefício oferecido pelas árvores é a purificação da água. Ao envolver o solo, as plantas funcionam como um filtro natural e retentor de águas. Quanto mais árvores presentes nas cidades, melhor é o escoamento de água durante as tempestades e mais limpo o recurso será.

Ter uma ou mais árvores perto de casa é um jeito simples de obter muitos benefícios pessoais e ambientais.

Matéria publicada originalmente no site Ciclo Vivo

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

No Pedal para o Trabalho: ação incentiva a mobilidade corporativa em São Paulo

06:42
O que um prédio com 5 mil funcionários pode fazer pela mobilidade urbana de São Paulo? Saiba que ele ou qualquer outro de menor ou maior tamanho pode dar início a uma transformação no trânsito do principal centro financeiro da América do Sul. Pensando nisso, o WRI Brasil Cidades Sustentáveis organizou a ação No Pedal para o Trabalho, em parceria com a CBRE e o Eldorado Business Tower, local onde ocorreu o evento.


Transformar a rotina e os hábitos de uma população pode começar com ações simples. Incentivar as pessoas a escolhas mais sustentáveis no dia a dia ajuda a tornar qualquer cidade mais sustentável. A mobilidade urbana pode ser um dos principais vetores de mudanças nos grandes centros urbanos. Pensar em alternativas mais eficientes para a maneira com que as pessoas se locomovem diariamente precisa ser uma preocupação dos próprios locais de trabalho, um conceito chamado de mobilidade corporativa.

O Eldorado Business Tower é um prédio comercial localizado em um dos principais pontos da capital paulista, na Avenida das Nações Unidas, no bairro Pinheiros. O edifício é ocupado por 27 empresas e tem 1800 vagas de estacionamento para carros. O bicicletário foi recentemente requalificado e, hoje, conta com aproximadamente 40 vagas. Os vestiários tem armários de utilização rotativa e prolongada, suportes para bicicletas, controle de acesso ao local, que proporciona segurança dos objetos deixados no local, e fácil acesso.

No dia 28 do mês de setembro, os funcionários que usaram a bicicleta para ir trabalhar puderam aproveitar uma oficina gratuita de reparos das magrelas, e ainda vagas extras no bicicletário, que foram montadas para o evento. “Minha vida mudou muito quando eu comecei a vir de bicicleta. Antes, de carro, eu demorava 1 hora e 20 minutos para chegar, 1 hora se estivesse com sorte. De bicicleta, eu levo 30 minutos ou 40 minutos, no máximo”, contou Carolina Plata, Analista de Assuntos Regulatórios da Hershey’s Brasil, que trabalha no edifício e pedala ao trabalho há cerca de um ano.



O Analista de Mobilidade Urbana do WRI Brasil Cidades Sustentáveis, Bruno Almeida, participou da ação e conversou com participantes que relataram não pedalar há 1 ano. “Muitas pessoas que participaram do evento de hoje passaram a vir de bike depois da reforma, mas também conversei com um funcionário que não vinha de bike há um ano. Devido ao tempo parado, a bicicleta estava precisando de uns reparos e ele acabou deixando ela de lado. Hoje, com o evento e a oficina de bikes ele aproveitou para fazer reparos na magrela e retomar o velho hábito”, contou Almeida.

A Gestão de Demanda de Viagens (GDV, do inglês Transport Demand Management, TDM) é a prática responsável por racionalizar a maneira com que os funcionários de uma organização de deslocam. Junto a um plano de mobilidade corporativa, a política pode abranger estratégias diversas como a própria promoção do uso da bicicleta, ou ainda incentivo às caronas, aos carros compartilhados, possibilitar ônibus fretados, permitir jornadas flexíveis ou até teletrabalho.

No caso do Eldorado Business Tower, a simples infraestrutura dedicada aos ciclistas foi determinante para a troca modal de Danilo Vivan, gerente de comunicação estratégica da BRAiN – Brasil Investimentos & Negócios: “Trabalhar de bike para mim já é um hábito há mais de 4 anos. No início, eu pedalava apenas uma vez por semana, no dia do meu rodízio. Quando vim trabalhar neste prédio, em 2011, vi que tinha uma estrutura muito boa, muito completa para quem vem trabalhar pedalando e passei a usar a bike com mais frequência”. Vivan pedala ao trabalho há 4 anos, quase todos os dias, de 3 a 4 vezes por semana, 24 km, 12 km na ida e 12 km na volta para a casa.


Para auxiliar no processo de criação de uma política de mobilidade e guiar as organizações, o WRI Brasil Cidades Sustentáveis desenvolveu a publicação Passo a Passo para a Construção de um Plano de Mobilidade Corporativa. O documento traça um roteiro detalhado com os sete principais passos a serem tomados por aquelas empresas que reconhecem a importância do tema e querem tomar iniciativas. As atividades propostas se aplicam a locais de trabalho já consolidados, bem como a organizações novas, realocadas, que estão se expandindo ou à procura de novos locais, independentemente de seu tamanho ou tipo de atividade desenvolvida.

A publicação é fruto das diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU), lei que entrou em vigor em 2012, com o intuito de guiar as ações políticas para qualificar a mobilidade urbana em todo o território nacional, dando prioridade para os transportes coletivo e não-motorizado em detrimento ao uso desmedido do veículo particular.

Matéria publicada originalmente no site The CityFix Brasil

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Quanto custam as casas de Harry Potter, Breaking Bad, Simpsons, Friends e outras séries?

10:22
As casas de filmes e séries geralmente são casas reais que são alugadas pelos estúdios durante o período de gravação. Algumas séries, porém, são bem longas, então os estúdios preferem construir ou comprar a casa, e isto pode acontecer também com filmes que possuem várias continuações, como é o caso dos filmes da franquia Harry Potter.

Em setembro de 2016, a casa onde morou Harry Potter nos filmes, localizada em Berkshire, na Inglaterra, foi colocada à venda por 475 mil libras (Aproximadamente R$ 1.838.107,50). Ela conta com todos os quartos mostrados no filme, inclusive o localizado embaixo da escada, onde dormia o bruxo.


Foi levando isso em conta que o site Mortgage Adviser fez um levantamento que aponta quanto custariam algumas das propriedades mais famosas da ficção – como o apartamento de Monica e Chandler no seriado “Friends”, a casa de Homer e Marge Simpson e até a de Tony Montana, de “Scarface”.

Como boa parte delas não existem no mundo real, o preço é somente estimado com base em inúmeros fatores, como avaliações anteriores somadas às correções do índice médio de valorização da região das propriedades.

Confira abaixo algumas dessas propriedades e seus preços (Aproximados):


Um maluco no pedaço – US$ 20 milhões (R$ 63.210.000,00)



“Situada no coração do bairro de Bel Air, a casa de cinco quartos e cinco banheiros possui 594 m². Sua área total é de quase 4.000 m² e conta com piscina e garagem.”
Scarface – US$ 15 milhões (R$ 47.407.500,00)


“Conhecida como Pequeno Paraíso, essa é uma surpreendente mansão de Miami com fontes e jardins no estilo persa. A casa possui 929 m² e possui influências romanas”.

O Grande Gatsby – US$ 100 milhões (R$ 316.050.000,00)



“A mansão no estilo Georgiano possui arquitetura Neoclássica e incríveis comodidades. Com mais de 4.600 m² de área construída fica a apenas 30 minutos da Penn Station, em Manhattan”.

Forrest Gump – US$ 400 mil (R$ 1.264.200,00)



“A popular pousada no Alabama já hospedou Elvis Presley. É uma construção anterior à Guerra Civil dos EUA”.

Friends – US$ 4 milhões (R$ 12.642.000,00)



“O apartamento de dois quartos com espaço aberto fica situado em Greenwich Village, em Nova York. Ele também possui uma varanda privada com vista pra a cidade”.
Breaking Bad – US$ 200 mil (R$ 632.100,00)


“Essa propriedade é perfeita para entusiastas do ‘faça você mesmo’, que gostam de consertar alguns problemas da propriedades, já que existem vários reparos a serem feitos. Ela possui três quartos amplos, garagem e piscina”.

Os Simpsons – US$ 195 mil (R$ 616.297,50)


“Casa com garagem, porão e sótão. Possui grandes janelas e salas de jantar e estar espaçosas, além de quatro quartos, incluindo uma suíte. Vizinhos amigáveis”.

Matéria publicada originalmente no site infomoney.com


quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Premiados do concurso – Habitação Coletiva – Samambaia – CODHAB-DF

05:26
Em julho de 2016 foi realizada a abertura do concurso Público nacional de estudo preliminar de arquitetura para unidades habitacionais coletivas, na região administrativa samambaia no DF, que visava selecionar um projeto para construção no terreno de 900 m², mas que poderia ser adaptado para outros 04 (quatro) terrenos, com eventuais ajustes projetuais em função de especificidades topográficas, de insolação, de ventos, etc. Conforme especificado em edital.

As propostas foram avaliadas por uma comissão julgadora e deveriam seguir os critérios, de valorização da acessibilidade e dos espaços públicos, soluções de conforto térmico e eficiência energética, viabilidade técnico-construtiva, economia e eficiência na manutenção, aspectos plásticos e estéticos entre outros.

E em ato público realizado no dia 23 de setembro de 2016, na Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (CODHAB), em Brasília/DF, e na presença da Coordenação do Concurso, foram anunciados os resultados do Concurso premiando e fazendo menção aos seguintes projetos:

Primeiro lugar:

Participantes: Manoel Izidro Coelho, Antonio Abrão, Andréia Ferrari, Victor Escorsin, Eduardo Cecco, Patrícia Sledz.

Curitiba / PR

Premiação C/contratação: R$ 1.095.234,93 (um milhão noventa e cinco mil duzentos e trinta e quatro reais e noventa e três centavos).


Segundo lugar:

Participantes: Pablo de Caldas Paulse, Felipe Sandri, Huber Teixeira, Isabella Brito.

Goiânia / GO

Premiação: R$ 20.000,00 (vinte mil reais).

Terceiro lugar:

Participantes: Nonato veloso, Ana Carolina Moreth, Isabella Souza, Maria Eduarda Millington, Rodolfo Marques, Ana Orefice, Hermes Romão, Igor Campos.

Brasilia / DF

Premiação: R$ 10.000,00 (dez mil reais)



Parabéns aos ganhadores, pelas ótimas propostas. Assim como em outros concursos tivemos menções horrorosas, vejam quais foram:

Menção honrosa:

Participantes: Felipe Taroh Inoue Sanquetta, Astrid Harumi Bueno, Leonardo Venâncio, Mariana Steiner Gusmão, Marcelo Miotto, Martin Kaufer Goic, João Gabriel Rosa, Fabio Henrique Faria, Emerson Vidgal, Eron Costin.

Curitiba / PR



Menção honrosa:

Participantes: 
REPUBLICA Arquitetura + MARCOZERO Estúdio: Luciano Margotto, Cristina Tosta [REPUBLICA], Davi Eustachio, Pedro Coltro, Thiago Vita [MARCOZERO] | Colaboradores: Rafael Chung, Pedro Santana | Consultoria de Conforto Ambiental: K2 ATL Projetos e Consultoria: Sofia Luri Kubo e Thomas Forster | Consultoria de Estruturas: Kurkdjian & Fruchtengarten: Jorge Zaven Kurkdjian.

São Paulo / SP


Menção honrosa:

Participantes: Celio Diniz Ferreira Filho, Carolina Baltar, Tiago Tardin, Robertson Souza, Daniel Sousa, Raíssa Rocha.

Rio de Janeiro / RJ

Menção honrosa:

Participantes: 0E1+MASA Ana Cristina Castagna, Gabriel Giambastiani, Anna Carolina Manfroi, Mario Guidoux, Martin Pronczuk, Santiago Saettone, Camila Gomez.

Porto Alegre / RS

Menção honrosa:

Participantes: Renato Dal Pian, Paulo Noguer, Luis Taboada, Carolina Fukumoto, Carolina Freire, Lilian Dal Pian, Renato Dal Pian.

São Paulo / SP

Menção honrosa:


Participantes: Fernando Caldeira de Lacerda, Pedro Amin Tavares, Bernardo Richter, Fernando Caldeira de Lacerda, Helena Engelhardt Wenzel de Carvalho , Priscila Milena Vicentim, Guilherme Figueiredo Teixeira Araújo, Maria Isabel Seibel Reis.

Curitiba / PR


Para todos os participantes, nosso parabéns, foram sem duvidas ótimos trabalhos.

Fonte: Portal Codhab 

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Preços de imóveis comerciais seguem em queda, diz FipeZap

13:56

O Índice FipeZap Comercial registrou nova queda nos preços do mercado de imóveis comerciais em agosto. Segundo dados divulgados hoje pela entidade, nos últimos 12 meses, os preços de venda e de locação caíram, respectivamente, 3,25% e 10,77%.

Na comparação com o mês de julho de 2016, os preços de venda caíram em média 0,49% e os de locação recuaram 1,01%.

O indicador, que acompanha o preço de venda e locação de salas e conjuntos comerciais de até 200 metros quadrados, mostrou também que, se considerarmos a inflação medida pelo IPCA de 8,97% no período, a queda real de preços atinge 18,12% nos alugueis e 11,22% nas vendas. O índice acompanha os preços nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre.

Entre as quatro cidades avaliadas, o destaque de queda nos preços em agosto ficou novamente com o Rio de Janeiro, onde os preços de vendas caíram 1,33% na comparação mensal e o de locação, 1,41%.

A queda dos aluguéis comerciais supera a dos residenciais, que foi de 5% em 12 meses, segundo a FipeZap. Para os responsáveis pelas pesquisas, porém, os aluguéis residenciais começam a mostrar que chegaram ao fundo do poço e podem começar a se recuperar.

Rio de Janeiro segue como cidade mais cara


No mês de agosto, o valor médio do metro quadrado anunciado das quatro cidades foi de R$ 10.409 para venda e R$ 45 para locação.

Mesmo com as maiores quedas mensais do indicador, o Rio se mantém na liderança das cidades com os maiores valores por metro quadrado, com um preço médio de R$ 11,899 por metro quadrado na venda e R$ 50 na locação.

São Paulo aparece na segunda posição, com valor médio de R$ 10.766 por metro quadrado na venda e R$ 47 na locação.

Porto Alegre aparece na terceira posição da pesquisa de preços para venda, com R$ 8.041 por metro quadrado, contra R$ 7.510 por metro quadrado observados em Belo Horizonte. As duas cidades ficam empatadas como terceiras colocadas no ranking de preços de aluguel.

Porto Alegre e Belo Horizonte registraram R$ 32 por metro quadrado na locação.

O indicador da FipeZap mostra também que São Paulo registra a maior taxa de rentabilidade do aluguel (5,5%). Belo Horizonte aparece em segundo, com rentabilidade de 5,2%, seguida por Rio de Janeiro (5%) e Porto Alegre (4,8%).

Matéria originalmente publicada no site da EXAME.com

Sobre a

Random

Você também pode gostar